Síndrome do Pânico

Síndrome do Pânico A síndrome ou transtorno do pânico é um quadro neuromental específico entre os transtornos de ansiedade. O Pânico tem causa definida? Não. É uma doença que se caracteriza pela ocorrência repentina, inesperada e inexplicável de crises de ansiedade aguda marcadas por muito medo e desespero. A pessoa tem a sensação de que perdeu o controle de seu corpo. Na maioria dos casos, a crise atinge seu ápice dentro de 10 a 20 minutos. Alguns sintomas podem continuar por uma hora ou mais. Pode ser confundido com um ataque cardíaco. O diagnóstico de uma patologia psiquiátrica só deve ser feito e fechado por um profissional especializado. Ele leva em conta um conjunto de fatores que depende da avaliação minuciosa de um médico. Renovamos o pedido para que não se julgue quem quer que seja precocemente, aumentando a dificuldade e alimentando preconceitos. A doença pode ser identificada se o paciente apresentar ataques de pânico recorrentes, com a presença de pelo menos quatro dos seguintes sintomas: 1. Palpitações, coração acelerado, taquicardia 2. Tremores ou abalos 3. Sensação de falta de ar ou sufocamento 4. Sensação de asfixia 5. Dor ou desconforto torácico 6. Náusea ou desconforto abdominal 7. Sensação de tontura, instabilidade, vertigem ou desmaio 8. Calafrios e ondas de calor 9. Dormências ou formigamentos 10. Sensação de que locais e pessoas que são familiares lhe parecem irreais 11. Medo de perder o controle 12. Medo de morrer
Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)

Transtorno de ansiedade generalizada (TAG) O Transtorno de ansiedade generalizada (TAG) está entre os dez motivos mais comuns de consultas médicas e atinge cerca de 264 milhões de pessoas no mundo todo. A característica principal desse transtorno é a preocupação excessiva. Ele pode se manifestar de diversas formas e intensidades, provocando sintomas físicos e psicológicos. Mas quando a ansiedade deixa de ser um sentimento comum e passa a ser um transtorno mental? Sintomas do transtorno de ansiedade generalizada Em 25% dos casos, o TAG está acompanhado de outras doenças psiquiátricas, sendo a depressão a mais comum. Dependendo das doenças relacionadas e da intensidade do transtorno, os sintomas do transtorno de ansiedade generalizada podem variar. Porém, os mais fáceis de reconhecer são os físicos, tais como: No entanto, a doença fica mais evidente quando aparecem, ou são reconhecidos, os sintomas neurológicos: Entre os sintomas psíquicos, os aspectos essenciais são a preocupação constante e receios, como medo de ficar doente, de que algo negativo aconteça com seus familiares, de não conseguir cumprir com compromissos profissionais ou financeiros. Ao longo do transtorno, é comum a preocupação mudar de foco. Como é feito o diagnóstico do transtorno de ansiedade generalizada? É importante não confundir o transtorno de ansiedade generalizada com os sentimentos comuns de medo e ansiedade. Para considerar um diagnóstico, os sintomas do transtorno de ansiedade generalizada devem estar presentes por, pelo menos, seis meses e causar desconforto ou prejudicar a rotina da pessoa e/ou seu relacionamento social, familiar e de trabalho.O diagnóstico não deve ser feito com pressa, pois há risco de identificar errado os sintomas, o chamado “falso positivo”. A hipótese do TAG estar relacionado com outras doenças psiquiátricas – como depressão, transtorno obsessivo e transtorno de pânico – deve ser avaliada também. Transtorno de ansiedade generalizada tem tratamento? O transtorno de ansiedade generalizada tem tratamento e a escolha deve ser baseada na eficácia da terapia, segurança, efeitos colaterais e custo. Geralmente, o tratamento é feito combinando: Psicoterapia – a mais comum para o transtorno de ansiedade generalizada é a terapia cognitivo-comportamental, que se baseia em como a pessoa interpreta suas experiências. A terapia familiar também pode ser indicada quando houver necessidade de envolver pessoas do convívio próximo no tratamento. Medicamentos – os mais utilizados são os ansiolíticos e antidepressivos da classe dos inibidores da recaptação de serotonina (IRS) e dos inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN). Apenas médicos podem receitar esses medicamentos. Referências https://www.amb.org.br/files/_BibliotecaAntiga/transtornos-de-ansiedade-diagnostico-e-tratamento.pdf – acessado em 27/05/2019 http://www.saude.sc.gov.br/index.php/documentos/atencao-basica/saude-mental/protocolos-da-raps/9217-ansiedade-generalizada/file – acessado em 27/05/2019 http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1808-56872017000100008 – acessado em 27/05/2019 http://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/10112/6552790/4176315/GuiaAnsiedade_reunido.pdf – acessado em 27/05/2019