Transtorno de Personalidade Boderline

Transtorno de Personalidade Boderline O que é o Transtorno de Personalidade Boderline? O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é considerado um transtorno da personalidade, ou seja, a interação entre um temperamento vulnerável na infância, com instabilidade emocional, maior necessidade de afeto, apego, ansiedade de separação e impulsividade, com um ambiente no qual essas necessidades básicas não foram atendidas (abandono, negligência, falta de afeto, instabilidade emocional, financeira, familiar e agressividade). Como consequência dessa interação entre o temperamento e o ambiente, se desenvolve uma personalidade que se caracteriza por: 1) Instabilidade nos relacionamentos interpessoais, com alternância entre extremos de idealização e desvalorização, apego intenso nas relações interpessoais e íntimas. 2) Instabilidade afetiva, com oscilações do humor, crises de raiva ou episódios depressivos intercalados com momentos breves de melhora do humor. 3) Impulsividade acentuada, com dificuldade do auto-controle, atos intempestivos, exposição a riscos, abuso de substâncias. 4) Déficits na Identidade com prejuízos na auto-imagem, auto-estima, sensação crônica de vazio, falta de sentido e despersonalização. Devido as essas características, pessoas com o transtorno de personalidade borderline podem apresentar comportamentos destrutivos, impulsivos, descontrole da raiva, idéias paranóides, medo irracional de abandono, rejeição e críticas, e têm uma imagem negativa distorcida de si mesmas, dos outros e do mundo. Como é o tratamento para o TRANSTORNO DE PERSONALIDADE BODERLINE? O tratamento do TPB inclui, incialmente, medicações que regulam a instabilidade do humor, os sintomas de ansiedade, a irritabilidade e impulsividade. A psicoedução sobre o transtorno durante as sessões com o psiquiatra e/ou sessões específicas de terapias desenvolvidas exclusivamente para o transtorno, como a psicoterapia do esquema, a terapia dialética comportamental e a terapia da mentalização, complementam o tratamento clínico de maneira eficaz. Com apoio e tratamento adequados o transtorno de personalidade borderline apresenta uma melhora significativa, com possibilidade de cura após um tratamento bem sucedido.
Tratamento para Dependentes

Tratamento para Dependentes O tratamento para dependentes deve ser feito em uma clínica especializada no segmento para que o paciente tenha acesso a uma estrutura completa de atendimento. As clínicas atendem pacientes com dependência em drogas e álcool e que desejam se tratar de forma eficiente e segura, com o acompanhamento de profissionais especializados no assunto. O tratamento para dependentes deve ser individual e personalizado para cada paciente, para que os profissionais consigam identificar quais são os métodos que devem ser utilizados de forma adequada. Dessa forma, o paciente consegue ter uma melhora na qualidade de vida, saúde e bem-estar, realizando o tratamento adequado e específico para tratar o vício na dependência de drogas ou bebida alcoólica. Na Clínica Médica Assis, jovens, adultos e idosos encontram atendimento especializado para tratamento para dependentes e cada paciente é tratado com respeito, atenção, dedicação e carinho. Saiba mais sobre tratamento para dependentes Na Clínica Médica Assis você encontra a solução que busca ao se tratar de serviços na área da saúde mental para crianças, adolescentes, adultos e idosos. A clínica tem mais de 16 anos de experiência e oferece um serviço de qualidade diferenciada ao paciente psiquiátrico em regime ambulatorial. A Clínica Médica Assis atende em São Paulo e Mogi das Cruzes com profissionais especializados, que se atualizam constantemente e participam dos principais congressos psiquiátricos no Brasil e no exterior. Ficou interessado(a) em saber mais sobre os atendimentos e tratamentos da Clínica Médica Assis? Fale com a equipe especializada da empresa para esclarecer todas as suas dúvidas com os profissionais.
Uso da Cetamina na Psiquiatria

O que é cetamina? A cetamina é um medicamento que foi desenvolvido em 1962 para anestesia. É um medicamento bastante utilizado na medicina moderna, e está na lista de medicamentos essenciais da Organização Mundial de Saúde. Ela tem uma variedade de usos médicos e é aprovada pela FDA e ANVISA como um anestésico. Já para depressão seu uso ainda é offlabel. Isto é, apesar da evidência científica comprobatória em relação a segurança e eficácia do fármaco para depressão, esta indicação ainda não é prevista em bula. Contudo, no primeiro semestre de 2019, o órgão regulador americano (FDA) aprovou a sua versão intranasal, o isômero escetamina, para depressão refratária. A cetamina tem um histórico notavelmente seguro em ambientes cirúrgicos, e é frequentemente utilizada em cirurgia pediátrica. Também é comumente utilizada para tratar a dor física intensa e crônica. O Exército dos EUA tem usado a cetamina como anestésico no campo de batalha desde a Guerra do Vietnã. Ela também é usada em medicina veterinária. Da mesma maneira que muitos outros medicamentos essenciais , a cetamina é roubada de fornecedores e farmácias para ser abusada para fins recreativos. A cetamina pode ser útil para quais transtornos psiquiátricos? Depressão maior, depressão bipolar e transtorno do estresse pós traumático são os transtornos para os quais há mais evidência científica. Ela também pode aliviar sintomas de TOC e de ansiedade generalizada, mas os dados ainda não são conclusivos em relação a isso. Além disso, ela tem sido usada para analgesia em casos de dor crônica. Quando a cetamina é indicada para depressão? Ela é indicada para pessoas que não respondem bem ao tratamento convencional; para pessoas que não toleram o tratamento convencional; e para os que apresentam ideação suicida e risco de suicídio. Qual a taxa de sucesso? Cerca de 70% das pessoas com depressão maior ou bipolar que não respondem bem ao tratamento convencional, melhoram com o tratamento com infusões de cetamina. Demora quanto tempo para fazer efeito? Boa parte das pessoas melhoram já nas primeiras 24 horas após a primeira infusão. No entanto, podem ser necessárias infusões adicionais para a pessoa melhorar ou sentir o efeito máximo do tratamento. De qualquer maneira, em duas a três semanas no máximo, já é possível concluir sobre a eficácia do tratamento. Como a Cetamina age no cérebro? Para entender como a Cetamina age, é preciso antes entender como a depressão afeta o cérebro. Existem muitos fatores envolvidos no surgimento da depressão, entre eles alterações inflamatórias e químicas. Nos pacientes deprimidos, neurotransmissores como a serotonina e a noradrenalina (responsáveis por funções importantes como na regulação da dor, do sono e do humor) não são produzidos em quantidades suficientes para o bom equilíbrio químico cerebral, e agentes inflamatórios atuam prejudicando o bom funcionamento cerebral. Assim, toda a rede de sinapses neuronais, ou seja, a comunicação entre os neurônios, fica gravemente danificada. A Cetamina age na regulação de glutamato, um aminoácido presente no cérebro, e estimulando a formação de novas conexões entre os neurônios, restaurando circuitos cerebrais que estão muito prejudicados em casos de depressão grave. Assim, ela tem um importante papel no reparo e reconstrução de circuitos cerebrais, aumentando o número de sinapses e, consequentemente, a capacidade de comunicação entre os neurônios. Ou seja, diferentemente dos antidepressivos convencionais , que somente aumentam a disponibilidade de substâncias para a comunicação neuronal, a Cetamina acaba agindo como um auxiliar na “reconstrução da ponte entre esses neurônios”, promovendo o restabelecimento de uma comunicação cerebral fluida. O tratamento com cetamina é simples, indolor e seguro. O paciente deve ser encaminhado para o tratamento pelo seu psiquiatra. Antes do início do tratamento de fato, os casos são discutidos pela nossa equipe médica com o psiquiatra que acompanha o paciente. Quanto às aplicações, estão previstas, em média, de 8 a 12 aplicações na fase aguda, administradas 1 ou 2 vezes por semana, sob a supervisão de médico psiquiatra e de equipe de enfermagem especializada. Cada sessão dura entre 60 e 90 minutos desde a chegada do paciente, aplicação do tratamento e saída. Havendo boa melhora com o tratamento, a necessidade de tratamento de manutenção é discutida com o paciente e seu psiquiatra, visando diminuir as chances de recaídas após a interrupção do tratamento. Somos preparados especialmente para a administração da cetamina, visando proporcionar conforto e tranquilidade durante o tratamento, com a garantia de um serviço totalmente capacitado para o atendimento de eventuais intercorrências. Toda a evolução do tratamento é discutida com o psiquiatra que acompanha o paciente, de forma a alinhar com ele os detalhes do tratamento. É importante lembrar da importância de termos um psiquiatra presente durante todo o tempo de aplicação da cetamina, sendo esse um dos grandes diferenciais da Clínica Médica Assis. Existe contra-indicações? A cetamina é um fármaco reconhecidamente seguro, aprovado pelos órgãos de saúde e utilizado há mais de 50 anos na área da saúde. O uso para fins psiquiátricos é feito em doses baixas e, portanto, muito seguras. Além disso, a Cetamina possui um ótimo perfil de tolerabilidade, com poucos efeitos adversos, sendo utilizada pelos pacientes com bastante tranquilidade. Existem pouquíssimas contraindicações à aplicação de cetamina, e cada caso será individualmente analisado pela nossa equipe médica antes do início do tratamento. Fale com o seu psiquiatra Se você tem depressão resistente ou se encontra em uma fase crítica de um episódio de depressão, converse com o seu psiquiatra, ele é o único profissional com o conhecimento técnico e pessoal sobre você capaz de sugerir o melhor tratamento para o seu caso.
Dicas para cuidar da saúde mental e emocional durante o ano

Dicas para cuidar da saúde mental e emocional durante o ano No Brasil, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 86% da população sofre de algum tipo de transtorno mental, como fobias, depressão, transtornos de ansiedade e personalidade, entre outros. Confira as dicas de como cuidar das emoções, comportamentos e da qualidade das suas relações afetivas: 1. Tire um tempo para vocêEm meio aos compromissos da rotina, é importante parar para respirar. Relaxe e separe um momento do seu dia para fazer algo que você gosta: assistir uma série, fazer uma caminhada, ler um bom livro, dançar. O importante é que a atividade seja prazerosa.2. Busque o equilíbrioTente manter uma organização na realização das tarefas de aula e trabalho, equilibrando as responsabilidades com as atividades de lazer e descanso. Utilizar plataformas de organização e métodos de gestão do tempo podem te ajudar.3. Cuide do corpoPraticar atividades físicas ajuda na liberação de substâncias no organismo que causam as sensações de bem-estar, conforto e melhoram o humor, além de fazer bem à saúde. Lembre-se de dormir bem para descansar o corpo e a mente, além de se hidratar e manter uma alimentação equilibrada. Antes de dormir, evite usar o celular e aparelhos eletrônicos para ter uma noite mais tranquila.4. Mantenha boas relaçõesBusque estar próximo das pessoas que você ama e te fazem bem, como família, amigos e amigas, mesmo que virtualmente. Os bons relacionamentos são fundamentais para a saúde mental e ajudam a fazer com que a vida tenha sentido.5. Procure ajudaPreste atenção em você. Se estiver com dificuldades em lidar com as suas emoções, com a realidade desse momento ou com frustrações, procure uma ajuda profissional. Existem diferentes alternativas de profissionais e serviços de psicologia que podem lhe auxiliar a lidar com os momentos difíceis da vida. Lembre-se que é importante falar sobre saúde mental de janeiro a janeiro.
Hábitos que podem melhorar a sua saúde mental

Hábitos que podem melhorar a sua saúde mental A gente sabe que cuidar da saúde do corpo é essencial, mas tão importante quanto manter um corpo sadio, é estar em dia com a saúde mental. O setembro amarelo é uma campanha cujo foco está na conscientização sobre o bem-estar mental e de prevenção ao suicídio, além de combater o preconceito contra os transtornos psicológicos. Por isso, aqui vão 8 hábitos para passar a praticar nesse mês e manter a cabeça tão saudável quanto o corpo todo! 1. Exercite-se regularmenteO exercício físico é excelente para manter o corpo saudável, mas a mente também sofre as influências positivas deste hábito! Isso porque se exercitar faz com que o cérebro libere hormônios como a endorfina e a dopamina, relacionadas ao bem-estar, alegria e bom humor. Se você não é chegado à academia, pratique um exercício ao ar livre, como caminhadas, ou aeróbicos, como dançar. 2. Mantenha uma alimentação saudávelSe alimentar com saúde faz bem para o corpo, para o coração e para a mente também. Comer frutas, verduras, legumes e tomar bastante água gera, a médio e longo prazo, a sensação de bem-estar e felicidade. Além disso, alguns alimentos ajudam a tratar a ansiedade, o estresse e até mesmo a depressão. 3. Durma bem todas as noitesBoas noites de sono são essenciais para manter corpo e mente sãos. Dormir mal significa acumular cansaço, fadiga e… Mau humor. Para uma noite de sono que garanta bem-estar é necessário dormir de 7h a 9h. Em raras exceções o tempo pode ser maior, mas não muito, já que o excesso de sono pode indicar problemas de saúde. 4. Medite sempre que puder A meditação tem efeitos positivos cientificamente comprovados sob o bem-estar mental: combate a ansiedade, o estresse e ajuda a lidar melhor com as emoções. Não sabe meditar ou nunca fez isso na vida? Tente opções de meditação guiada em plataformas digitais na internet. Muitas pessoas também procuram a natureza e lugares como campos, jardins, cachoeiras ou praias para uma meditação mais relaxante. 5. Converse com alguémComo seres humanos são sociáveis, é sempre bom ter alguém para conversar. Fazer amigos e conversar é saudável para a mente, melhorando o humor. No seu tempo livre, procure os amigos, saia para bater papo e conversar sobre assuntos que te interessem e façam você se sentir à vontade. 6. Turbine sua vida sexualEstudos comprovam que ter uma boa vida sexual melhora a autoestima e faz bem ao humor. Isso porque, na hora do sexo, são liberados diversos hormônios, como a endorfina, que potencializa o bem-estar. O sexo ainda melhora o funcionamento dos músculos e combate o estresse. 7. Desligue o celularAlgumas pesquisas recentes revelam que o excesso de contato com a tecnologia deixa as pessoas mais doentes e deprimidas, além de muitas vezes nos distanciar de pessoas e hábitos que realmente importam. Realize um “detox” das redes algumas horas por dia e use-as em um outro hábito, como ler um livro ou praticar um esporte, por exemplo. fonte: https://www.conquistesuavida.com.br/noticia/setembro-amarelo-8-bons-habitos-que-ajudam-a-melhorar-a-saude-mental_a10904/1
Filmes que nos ajudam a refletir sobre a DEPRESSÃO

Filmes que nos ajudam a refletir sobre a DEPRESSÃO A depressão é um distúrbio afetivo que acompanha a humanidade ao longo de sua história. No sentido patológico, há presença de tristeza, pessimismo, baixa auto-estima, que aparecem com freqüência e podem combinar-se entre si. É imprescindível o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado. É um problema médico grave e altamente prevalente na população em geral. De acordo com estudo epidemiológico a prevalência de depressão ao longo da vida no Brasil está em torno de 15,5%. Segundo a OMS, a prevalência de depressão na rede de atenção primária de saúde é 10,4%, isoladamente ou associada a um transtorno físico. De acordo com a OMS, a depressão situa-se em 4º lugar entre as principais causas de ônus, respondendo por 4,4% dos ônus acarretados por todas as doenças durante a vida. Ocupa 1º lugar quando considerado o tempo vivido com incapacitação ao longo da vida (11,9%). A época comum do aparecimento é o final da 3ª década da vida, mas pode começar em qualquer idade. Estudos mostram prevalência ao longo da vida em até 20% nas mulheres e 12% para os homens. Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/depressao Trouxemos aqui alguns filmes sobre depressão e um pequeno resumo de cada um deles, de acordo com a perspectiva de cada filme sobre esse transtorno. Se enlouquecer não se apaixone Um jovem que passa por dramas corriqueiros pode se sentir angustiado o bastante para tentar suicídio, por mais que seus problemas pareçam o de qualquer outro adolescente: isso é o que vemos em ‘Se enlouquecer, não se apaixone’. O filme é uma comédia dramática que conta a história de Craig (Keir Gilchrist) que acaba sendo internado na ala psiquiátrica de um hospital após procurar ajuda depois de quase se atirar de uma ponte.Craig, que é um jovem mediano, vive uma depressão, por estar preocupado demais com seu futuro e sentindo de forma muito intensa as angústias da adolescência. No filme, sua história é abordada de forma descontraída, trazendo à superfície traumas e medos do passado de forma natural, fazendo com que o protagonista os veja de forma diferente. As Horas A depressão pode atingir qualquer pessoa, em qualquer tempo, de qualquer jeito e o filme ‘As Horas’ demonstra isso de uma forma bastante curiosa, através da vida de três mulheres com depressão em diferentes épocas, mas de forma interligada, sendo um filme sagaz para a compreensão dos sintomas de depressão de diferentes formas. No filme, vemos a vida de Virginia Woolf (Nicole Kidman) se passando em 1923 enquanto ela escrevia seu livro Mrs. Dollaway, enquanto Laura Brown (Julianne Moore) é uma dona de casa dos anos 1950 e Clarissa Vaughan (Meryl Streep) é uma mulher forte vivendo em Nova York, em 2001. Foi Apenas um Sonho Planejar um futuro a dois pode ser realmente empolgante, mas mesmo a maioria dos planos dando certo, pode haver problemas relacionados à depressão. Quando você se deixou em segundo plano para caber em seus próprios planos? É isso que nos mostra ‘Foi Apenas um Sonho’. Frank (Leonardo Di Caprio) e April (Kate Winslet) se conhecem, apaixonam, casam e planejam toda a sua vida pautados em criar raízes e ter segurança e estabilidade. No entanto, suas vidas começam a ficar repetitivas e monótonas, fazendo com que eles se questionem sobre onde seus antigos sonhos foram parar e o que aconteceu com toda aquela vida que tinham. Eles vão se deprimindo e problemas começam a surgir no relacionamento. Frank não aguenta mais seu emprego a uma hora da cidade e April já não suporta mais sua vida de dona de casa no subúrbio. Mas o que pode mudar esse casal que precisa dar uma segunda chance para seus sonhos? Pequena Miss Sunshine A depressão pode estar presente de várias formas, em diversas relações familiares e de forma que nem imaginamos: isso é o que retrata ‘Pequena Miss Sunshine’, justamente o nome do concurso em que a pequena Olive vai disputar e acaba movimentando toda a família em uma longa viagem de Kombi pelos EUA. A chegada de Frank (Steve Carrel), irmão de Sheryl, que vai morar com essa grande família logo após tentar se matar, mexe ainda mais com as coisas, pois ele precisa ser monitorado para não ter uma recaída. Mas é justamente ele que traz a temática da depressão para o centro do filme, através de conversas com Olive, que começa a perceber como isso afeta sua família na convivência diária entre tensões e ações.
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O que fazer para controlar a Ansiedade? Com o estresse do dia a dia e a situação atual, é mais que natural procurar por o que fazer para controlar a ansiedade. Na verdade, os casos de crises cresceram muito nos últimos anos, em especial nos mais jovens. Ainda assim, é bom ressaltar que este é um distúrbio psicológico que pode atingir qualquer pessoa. Assim, dúvidas sobre como diminuí-lo ou controlá-lo são bastante comuns. A boa notícia é que há formas naturais e sem remédios de melhorar sua qualidade de vida. De simples exercícios a consultas com especialistas, diversas são as maneiras de diminuir seu nervosismo e evitar os pensamentos negativos. Assim, de forma alguma você pode se acomodar a essa situação. Busque ajuda, descubra o que funciona em seu caso e veja sua vida mudar completamente. A técnica da meditação é uma ótima escolha para quem quer amenizar os sintomas de ansiedade, é o que confirma o próprio SUS — Sistema Único de Saúde.. Aqui, não é preciso se tornar nenhum monge budista, nem se dedicar a horas e horas ao silêncio total. O foco dessa prática é apenas se centrar no positivo, buscando um maior domínio sobre seu pensamentos e, principalmente, como eles te atingem. Pratique exercícios físicosQuer saber o que fazer para controlar a ansiedade? Invista em exercícios físicos diariamente, já que eles te auxiliam em dois aspectos. Primeiramente, eles te distraem, fazendo com que você, obrigatoriamente, viva o presente, uma etapa importante para reverter esse quadro. Além disso, eles liberam hormônios que te ajudam nessa melhora, apresentando também um componente químico e mais palpável. Treine sua respiração Pode parecer simples e até bobo, mas a respiração é uma etapa vital da superação, em especial nos momentos de crise. Na prática, técnicas como essa podem ajudar muito, sendo indicadas para quem busca o que fazer para controlar a ansiedade. E não imagine que essas sejam atividades complexos ou monótonos, muito pelo contrário. Em geral, você pode exercitar a forma como respira em qualquer local e como quiser. No sofá, enquanto assiste ao seu programa favorito ou na cama, antes de dormir, é fácil praticar a respiração todos os dias. Além de melhorar todo seu organismo, ela é excelente para te trazer ao momento presente, focar em algo fora do medo e conter a afobação e o desespero. Revise sua rotina Embora muita gente não saiba, organizar sua rotina é uma excelente prática para lutar contra a ansiedade. A explicação disso é bastante simples, já que uma rotina bem planejada te deixa mais tranquilo. Com isso, não há muito com o que se preocupar, especialmente sobre o futuro. Se você já sabe tudo o que deve fazer, afinal, é fácil imaginar que tudo ocorrerá corretamente. Para utilizar bem essa dica, basta fazer um cronograma de seu dia, suas tarefas e compromissos. É possível realizar a atividade tanto no meio físico quanto no digital, cabendo a você investir no que mais lhe agradar. O mais legal é que, além de te ajudar com os pensamentos negativos, essa é uma ótima maneira de conseguir cumprir tudo o que precisa sem qualquer medo ou desespero. Controle seus pensamentosSem a menor dúvida, os grandes causadores da ansiedade são seus pensamentos, principalmente os negativos. Sabendo disso, não é complicado perceber que quanto mais dominá-los, menos sofrerá. Obviamente que é muito simples falar para dominar algo que você, a princípio, não tem o poder. A realidade, porém, é que sim, você tem esse poder. Não que seja fácil, mas ao praticar a meditação e o agradecimento mencionados acima, você pode passar a ver o lado positivo da vida. Com isso, estará a um passo de visualizar que ocorrem mais coisas boas do que ruins. Logo, na hora de procurar o que fazer para controlar a ansiedade, mantenha seu foco em sua própria mente. Com esse domínio, você poderá alterar muitos de seus instintos e ter uma qualidade de vida muito maior. Priorize seu sono Pode até ser que algumas das sugestões acima possam parecer complicadas para se colocar em prática. Por isso, uma que funciona perfeitamente e é muito boa de se fazer é priorizar seu sono. Para isso, basta relaxar, deitar-se na cama e dormir ao menos 8 horas por dia. Além de trazer ótimos benefícios ao corpo, o sono também auxilia muito sua mente. Este ponto está diretamente relacionado ao seu estresse, como você pode conferir em matéria do site do hospital Hcor, referência no país. Assim, ao acordar você terá disposição e bom humor, dois dos principais ingredientes para alcançar pensamentos positivos. Para comprovar a teoria, é só pensar: como você se sente quando dorme mal? Pois é, dedicar um período correto para seu sono pode te ajudar muito mais do que apenas descansar. Busque por especialistas Uma coisa que precisa ficar bem clara em sua mente é que você não precisa — e nem deve — passar por isso sozinho. Se não se sentir confortável ao se abrir com amigos e familiares, busque por especialistas no assunto. A terapia é uma ótima maneira de colocar esses sentimentos para fora e, ao mesmo tempo, se conhecer melhor. Para isso, basta procurar por um bom psicólogo que te auxilie nesse processo.
Síndrome de Asperger

Síndrome de Asperger A Síndrome de Asperger é um dos Transtornos Invasivos do Desenvolvimento, ou seja, uma perturbação neurocomportamental de base genética. Ela está ligada diretamente às dificuldades de interação social, compreensão da comunicação e ao comportamento. Isso não significa que a pessoa com o diagnóstico apresenta retardo na aprendizagem ou no processo cognitivo. Muito pelo contrário: o indivíduo pode manifestar capacidades excepcionais para, por exemplo, a música, o cálculo matemático ou o desenho. Em contrapartida, não é capaz de dominar a linguagem expressiva receptiva. Os sinais da síndrome podem aparecer nos primeiros anos de vida da criança, mas raramente são valorizados pelos pais como algo negativo, especialmente se as manifestações forem leves. A grande maioria dos diagnósticos é feita a partir da fase escolar, quando as dificuldades de socialização ficam mais evidentes. Há causa definida? Muitos cientistas acreditam que a Síndrome de Asperger está relacionada a algum tipo de ‘dano’ no hemisfério esquerdo do cérebro, que forçaria o lado direito a compensar essa ‘falha’. Isso porque as habilidades desenvolvidas pelos portadores da síndrome estão todas relacionadas a esse hemisfério. Já as funções ligadas ao lado esquerdo, como a linguagem e a fala, tendem a ser pouco desenvolvidas. O diagnóstico de uma patologia psiquiátrica só deve ser feito e fechado por um profissional especializado. Ele leva em conta um conjunto de fatores que depende da avaliação minuciosa de um médico. Renovamos o pedido para que não se julgue quem quer que seja precocemente, aumentando a dificuldade e alimentando preconceitos. O transtorno afeta cada criança de forma única e não necessariamente ela irá apresentar todos os sintomas descritos. Há características que são muito comuns: Dificuldade de sociabilização Não compreende metáforas Linguagem rebuscada para a idade Memória excepcional para recordar dados e datas Atos motores repetitivos (tiques) Interesses intensos e limitados apenas por um ou poucos assuntos
Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)

Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) É um transtorno neurobiológico de causas genéticas que pode ser diagnosticado a partir dos três anos de idade. Caracteriza-se pela combinação de sintomas de desatenção, hiperatividade (inquietude motora) e impulsividade, sendo a apresentação predominantemente desatenta conhecida por muitos como DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Há causa definida? Estudos apontam a predisposição genética e a ocorrência de alterações nos neurotransmissores (dopamina e noradrenalina), que estabelecem as conexões entre os neurônios na região frontal do cérebro, como as principais causas do Transtorno do Déficit de Atenção. Algumas pesquisas indicam que fatores ambientais e neurológicos podem estar envolvidos, mas ainda não há consenso sobre o assunto. O diagnóstico de uma patologia psiquiátrica só deve ser feito e fechado por um profissional especializado. Ele leva em conta um conjunto de fatores que depende da avaliação minuciosa de um médico. Renovamos o pedido para que não se julgue quem quer que seja precocemente, aumentando a dificuldade e alimentando preconceitos. Avaliando os sinais As crianças devem apresentar pelo menos seis sintomas de desatenção ou seis sintomas de hiperatividade/impulsividade antes dos sete anos Os sintomas devem estar presentes pelo menos há seis meses, ocorridos em dois ou mais ambientes, e não serem provocados por outro motivo Os sintomas devem ser graves o suficiente para resultar em dificuldades significativas em muitos ambientes, inclusive em casa, na escola e no relacionamento com as pessoas Os sintomas de TDAH se dividem em três grupos: Algumas crianças com TDAH são exclusivamente do tipo desatento. Outras podem ter uma combinação de tipos. As que sofrem do tipo desatento são menos perturbadas e muitas vezes não recebem o diagnóstico de TDAH. Sintomas do tipo desatento Não consegue prestar atenção em detalhes ou comete erros resultantes de descuidos no trabalho escolar Tem dificuldade de manter a atenção nas tarefas ou em jogos Parece não escutar quando falamos diretamente com ela Não segue as instruções em sua totalidade e não consegue terminar trabalhos escolares Tem dificuldade de organizar tarefas e atividades Evita ou não gosta de tarefas que demandem manter esforço mental Perde brinquedos, trabalhos, lápis, livros ou ferramentas necessárias com alta frequência Distrai-se facilmente Sofre com esquecimentos frequentes Sintomas de hiperatividade: Mexe as mãos e os pés o tempo todo e não consegue permanecer quieto Levanta-se quando deve permanecer sentado Corre ou sobe em móveis em situações inapropriadas Tem dificuldade de brincar em silêncio Parece frequentemente estar “ligada na tomada” e fala excessivamente Sintomas de impulsividade: Tem dificuldade de aguardar a vez Fala antes que as perguntas sejam completadas Interrompe ou se intromete durante o diálogo ou a atividade dos colegas
Esquizofrenia

Esquizofrenia É uma doença psiquiátrica endógena que se caracteriza pela perda do contato com a realidade. Causa delírios, alucinações, comportamento e fala desorganizados e diminuição na capacidade de expressar a afetividade. Pode aparecer em qualquer fase da vida, mas normalmente ocorre entre os 10 e 25 anos nos homens e entre os 25 e 35 anos nas mulheres. Casos antes dos 10 anos de idade e depois dos 60 anos são raros. A Esquizofrenia tem causa definida?As causas da doença ainda não são totalmente conhecidas. Sabe-se que a genética é responsável por, pelo menos, um terço dos casos. Fatores ambientais também são responsáveis por desencadear o problema, mas não há dados conclusivos de quais sejam eles. O diagnóstico de uma patologia psiquiátrica só deve ser feito e fechado por um profissional especializado. Ele leva em conta um conjunto de fatores que depende da avaliação minuciosa de um médico. Renovamos o pedido para que não se julgue quem quer que seja precocemente, aumentando a dificuldade e alimentando preconceitos. Sintomas produtivos Delírio – visão distorcida da realidade. O mais comum é o delírio persecutório. O indivíduo acredita que está sendo perseguido e observado por pessoas que tramam alguma coisa contra ele. Alucinações – percepção que ocorre independentemente de um estímulo externo. O doente escuta vozes, em geral, dos “perseguidores” que “dão” ordens e comentam o que ele faz. Sintomas negativos Caracterizam-se por diminuição dos impulsos e da vontade de criar laços afetivos. Há a perda da capacidade de entrar em ressonância com o ambiente, de sentir alegria ou tristeza. São mais resistentes ao tratamento.