Depressão nos homens: entenda por que os sintomas podem ser diferentes dos das mulheres

Depressão nos homens: entenda por que os sintomas podem ser diferentes dos das mulheres Em vez de expressarem tristeza ou chorarem, os homens podem se tornar mais reservados ou iritados, o que pode dificultar o diagnóstico As mulheres são diagnosticadas com depressão duas vezes mais que os homens. Há uma suspeita de que isto se deve em parte ao fato de a doença se manifestar de forma diferente entre eles e, portanto, ser menos frequentemente reconhecida. O fato de a doença muitas vezes só ser reconhecida tardiamente ou, por vezes, nem sequer ser reconhecida é apenas um dos desafios da depressão nos homens. Além disso, os homens são menos propensos a procurar ajuda e mais propensos a abandonar a terapia. Sintomas de depressão em homens De acordo com a Classificação Internacional de Doenças CID-11, os principais sintomas de um episódio depressivo são falta de interesse e humor deprimido quase todos os dias durante pelo menos duas semanas. As pessoas afetadas também costumam ter sentimentos de culpa ou sentir-se inúteis e sem esperança. Perda de apetite e problemas para dormir também podem ocorrer. Nas últimas décadas, contudo, tornou-se cada vez mais claro que a depressão se manifesta de forma diferente em mulheres e homens que estes reagem a ela de forma diferente. As mulheres muitas vezes apresentam os chamados sintomas internalizantes, como humor deprimido, exaustão, sentimentos de culpa ou ruminação constante. Já os homens mais provável que apresentem os chamados sintomas externalizantes, como irritabilidade, raiva, agressão, comportamento de risco e abuso de substâncias. Isto corresponde aos resultados de uma meta-análise em que uma equipe de investigação australiana avaliou 32 estudos sobre o tema. De acordo com a investigação, homens afetados são mais propensos a abusar de álcool ou drogas, estão mais dispostos a correr riscos e têm menos controle dos impulsos. Nas mulheres, contudo, a depressão é mais frequentemente acompanhada por humor deprimido, perda de apetite, alterações de peso e distúrbios do sono. Na pesquisa em língua inglesa, o termo “depressão masculina” foi agora estabelecido para a forma de depressão com sintomas tipicamente masculinos, como raiva ou aumento do consumo de álcool. No entanto, isto não parece ocorrer em todos os homens afetados. De acordo com um estudo, a depressão masculina ocorre em pouco mais de um terço das pessoas afetadas. Cerca de quatro em cada dez homens deprimidos apresentam sintomas externalizantes e internalizantes. Em outros, a doença manifesta-se através dos sinais conhecidos e “típicos”. Por que os homens apresentam diferentes sintomas de depressão? Os pesquisadores ainda não encontraram uma resposta clara para a questão de por que a depressão se manifesta de maneira diferente em alguns homens. Mas uma ideia está relacionada com modelos de comportamento. Isso se refere ao clichê de que os homens são fortes, não demonstram fraquezas ou dores e podem fazer tudo sozinhos. Além disso, existem outras características associadas, como dominância, independência, emotividade limitada, evitação da feminilidade e disposição para assumir risco. Fonte: https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/depressao-nos-homens-entenda-por-que-os-sintomas-podem-ser-diferentes-dos-das-mulheres/
Estudo revela o que está envolvido na manifestação do autismo em crianças

Estudo revela o que está envolvido na manifestação do autismo em crianças Descoberta pode abrir o caminho para a detecção precoce e o surgimento de medicamentos capazes de controlar os sintomas Cientistas fizeram um avanço na compreensão do autismo infantil. A descoberta lança luz sobre um pequeno número de vias bioquímicas envolvidas na manifestação do transtorno e pode ajudar a informar estratégias de detecção precoce no futuro. O Transtornos do Espectro Autista (TEA) é caracterizado por algum grau de dificuldade de interação social e comunicação, afetando cerca de uma em cada 100 crianças no mundo todo, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Há muitas causas potenciais para o TEA, que incluem fatores ambientais e genéticos. No entanto, ainda se sabe muito pouco sobre os mecanismos bioquímicos que fundamentam a condição. Ao nascer, a aparência física e o comportamento de uma criança que manifestará sintomas autismo nos próximos anos são indistinguíveis dos de uma criança neurotípica. De fato, na maioria dos casos, o destino da criança com relação ao autismo não é definido no nascimento. “Estamos começando a aprender sobre a dinâmica que regula a transição do risco para o aparecimento real dos primeiros sintomas dos transtornos do espectro autista”, disse, em um comunicado, Robert Naviaux, professor dos Departamentos de Medicina, Pediatria e Patologia da Faculdade de Medicina da UC San Diego, nos EUA. Segundo ele, o diagnóstico precoce abre a possibilidade de intervenção precoce e “ótimos resultados”. Um fator-chave nessas dinâmicas parecem ser as mudanças no metabolismo — a complexa rede de reações bioquímicas que ocorrem dentro dos corpos. De acordo com o pesquisador comportamento e metabolismo estão ligados, sendo impossível pode separá-los. “Metabolismo é a linguagem que o cérebro, o intestino e o sistema imunológico usam para se comunicar, e o autismo ocorre quando a comunicação entre esses sistemas é alterada”, disse ele. Detalhes do estudo No estudo, publicado no periódico Nature Communications Biology, Naviaux e sua equipe estudaram dois grupos de crianças: recém-nascidos, nos quais o autismo não pode ser detectado; e crianças de 5 anos, algumas das quais foram diagnosticadas com autismo. Ao comparar os perfis metabólicos das crianças no segundo grupo, os pesquisadores encontraram uma diferença marcante entre crianças neurotípicas e aquelas que foram diagnosticadas com autismo. Das 50 vias bioquímicas analisadas, apenas 14 foram responsáveis por 80% do impacto metabólico do autismo. Em particular, estas incluíam vias envolvidas na regulação de como as células respondem ao estresse ou lesão. Os pesquisadores levantaram a hipótese de que, em crianças com autismo, essas vias de estresse são desligadas de forma menos eficaz, resultando em uma sensibilidade aumentada a estímulos ambientais. Ao melhorar a compreensão da bioquímica dessas condições, os pesquisadores esperam que seja possível desenvolver medicamentos para atingir essas vias e controlar de forma mais eficaz os sintomas do autismo. Fonte: https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/estudo-revela-o-que-esta-envolvido-na-manifestacao-do-autismo-em-criancas/
Dicas para cuidar da saúde mental e emocional durante o ano

Dicas para cuidar da saúde mental e emocional durante o ano No Brasil, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 86% da população sofre de algum tipo de transtorno mental, como fobias, depressão, transtornos de ansiedade e personalidade, entre outros. Confira as dicas de como cuidar das emoções, comportamentos e da qualidade das suas relações afetivas: 1. Tire um tempo para vocêEm meio aos compromissos da rotina, é importante parar para respirar. Relaxe e separe um momento do seu dia para fazer algo que você gosta: assistir uma série, fazer uma caminhada, ler um bom livro, dançar. O importante é que a atividade seja prazerosa.2. Busque o equilíbrioTente manter uma organização na realização das tarefas de aula e trabalho, equilibrando as responsabilidades com as atividades de lazer e descanso. Utilizar plataformas de organização e métodos de gestão do tempo podem te ajudar.3. Cuide do corpoPraticar atividades físicas ajuda na liberação de substâncias no organismo que causam as sensações de bem-estar, conforto e melhoram o humor, além de fazer bem à saúde. Lembre-se de dormir bem para descansar o corpo e a mente, além de se hidratar e manter uma alimentação equilibrada. Antes de dormir, evite usar o celular e aparelhos eletrônicos para ter uma noite mais tranquila.4. Mantenha boas relaçõesBusque estar próximo das pessoas que você ama e te fazem bem, como família, amigos e amigas, mesmo que virtualmente. Os bons relacionamentos são fundamentais para a saúde mental e ajudam a fazer com que a vida tenha sentido.5. Procure ajudaPreste atenção em você. Se estiver com dificuldades em lidar com as suas emoções, com a realidade desse momento ou com frustrações, procure uma ajuda profissional. Existem diferentes alternativas de profissionais e serviços de psicologia que podem lhe auxiliar a lidar com os momentos difíceis da vida. Lembre-se que é importante falar sobre saúde mental de janeiro a janeiro.
Hábitos que podem melhorar a sua saúde mental

Hábitos que podem melhorar a sua saúde mental A gente sabe que cuidar da saúde do corpo é essencial, mas tão importante quanto manter um corpo sadio, é estar em dia com a saúde mental. O setembro amarelo é uma campanha cujo foco está na conscientização sobre o bem-estar mental e de prevenção ao suicídio, além de combater o preconceito contra os transtornos psicológicos. Por isso, aqui vão 8 hábitos para passar a praticar nesse mês e manter a cabeça tão saudável quanto o corpo todo! 1. Exercite-se regularmenteO exercício físico é excelente para manter o corpo saudável, mas a mente também sofre as influências positivas deste hábito! Isso porque se exercitar faz com que o cérebro libere hormônios como a endorfina e a dopamina, relacionadas ao bem-estar, alegria e bom humor. Se você não é chegado à academia, pratique um exercício ao ar livre, como caminhadas, ou aeróbicos, como dançar. 2. Mantenha uma alimentação saudávelSe alimentar com saúde faz bem para o corpo, para o coração e para a mente também. Comer frutas, verduras, legumes e tomar bastante água gera, a médio e longo prazo, a sensação de bem-estar e felicidade. Além disso, alguns alimentos ajudam a tratar a ansiedade, o estresse e até mesmo a depressão. 3. Durma bem todas as noitesBoas noites de sono são essenciais para manter corpo e mente sãos. Dormir mal significa acumular cansaço, fadiga e… Mau humor. Para uma noite de sono que garanta bem-estar é necessário dormir de 7h a 9h. Em raras exceções o tempo pode ser maior, mas não muito, já que o excesso de sono pode indicar problemas de saúde. 4. Medite sempre que puder A meditação tem efeitos positivos cientificamente comprovados sob o bem-estar mental: combate a ansiedade, o estresse e ajuda a lidar melhor com as emoções. Não sabe meditar ou nunca fez isso na vida? Tente opções de meditação guiada em plataformas digitais na internet. Muitas pessoas também procuram a natureza e lugares como campos, jardins, cachoeiras ou praias para uma meditação mais relaxante. 5. Converse com alguémComo seres humanos são sociáveis, é sempre bom ter alguém para conversar. Fazer amigos e conversar é saudável para a mente, melhorando o humor. No seu tempo livre, procure os amigos, saia para bater papo e conversar sobre assuntos que te interessem e façam você se sentir à vontade. 6. Turbine sua vida sexualEstudos comprovam que ter uma boa vida sexual melhora a autoestima e faz bem ao humor. Isso porque, na hora do sexo, são liberados diversos hormônios, como a endorfina, que potencializa o bem-estar. O sexo ainda melhora o funcionamento dos músculos e combate o estresse. 7. Desligue o celularAlgumas pesquisas recentes revelam que o excesso de contato com a tecnologia deixa as pessoas mais doentes e deprimidas, além de muitas vezes nos distanciar de pessoas e hábitos que realmente importam. Realize um “detox” das redes algumas horas por dia e use-as em um outro hábito, como ler um livro ou praticar um esporte, por exemplo. fonte: https://www.conquistesuavida.com.br/noticia/setembro-amarelo-8-bons-habitos-que-ajudam-a-melhorar-a-saude-mental_a10904/1
Filmes que nos ajudam a refletir sobre a DEPRESSÃO

Filmes que nos ajudam a refletir sobre a DEPRESSÃO A depressão é um distúrbio afetivo que acompanha a humanidade ao longo de sua história. No sentido patológico, há presença de tristeza, pessimismo, baixa auto-estima, que aparecem com freqüência e podem combinar-se entre si. É imprescindível o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado. É um problema médico grave e altamente prevalente na população em geral. De acordo com estudo epidemiológico a prevalência de depressão ao longo da vida no Brasil está em torno de 15,5%. Segundo a OMS, a prevalência de depressão na rede de atenção primária de saúde é 10,4%, isoladamente ou associada a um transtorno físico. De acordo com a OMS, a depressão situa-se em 4º lugar entre as principais causas de ônus, respondendo por 4,4% dos ônus acarretados por todas as doenças durante a vida. Ocupa 1º lugar quando considerado o tempo vivido com incapacitação ao longo da vida (11,9%). A época comum do aparecimento é o final da 3ª década da vida, mas pode começar em qualquer idade. Estudos mostram prevalência ao longo da vida em até 20% nas mulheres e 12% para os homens. Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/depressao Trouxemos aqui alguns filmes sobre depressão e um pequeno resumo de cada um deles, de acordo com a perspectiva de cada filme sobre esse transtorno. Se enlouquecer não se apaixone Um jovem que passa por dramas corriqueiros pode se sentir angustiado o bastante para tentar suicídio, por mais que seus problemas pareçam o de qualquer outro adolescente: isso é o que vemos em ‘Se enlouquecer, não se apaixone’. O filme é uma comédia dramática que conta a história de Craig (Keir Gilchrist) que acaba sendo internado na ala psiquiátrica de um hospital após procurar ajuda depois de quase se atirar de uma ponte.Craig, que é um jovem mediano, vive uma depressão, por estar preocupado demais com seu futuro e sentindo de forma muito intensa as angústias da adolescência. No filme, sua história é abordada de forma descontraída, trazendo à superfície traumas e medos do passado de forma natural, fazendo com que o protagonista os veja de forma diferente. As Horas A depressão pode atingir qualquer pessoa, em qualquer tempo, de qualquer jeito e o filme ‘As Horas’ demonstra isso de uma forma bastante curiosa, através da vida de três mulheres com depressão em diferentes épocas, mas de forma interligada, sendo um filme sagaz para a compreensão dos sintomas de depressão de diferentes formas. No filme, vemos a vida de Virginia Woolf (Nicole Kidman) se passando em 1923 enquanto ela escrevia seu livro Mrs. Dollaway, enquanto Laura Brown (Julianne Moore) é uma dona de casa dos anos 1950 e Clarissa Vaughan (Meryl Streep) é uma mulher forte vivendo em Nova York, em 2001. Foi Apenas um Sonho Planejar um futuro a dois pode ser realmente empolgante, mas mesmo a maioria dos planos dando certo, pode haver problemas relacionados à depressão. Quando você se deixou em segundo plano para caber em seus próprios planos? É isso que nos mostra ‘Foi Apenas um Sonho’. Frank (Leonardo Di Caprio) e April (Kate Winslet) se conhecem, apaixonam, casam e planejam toda a sua vida pautados em criar raízes e ter segurança e estabilidade. No entanto, suas vidas começam a ficar repetitivas e monótonas, fazendo com que eles se questionem sobre onde seus antigos sonhos foram parar e o que aconteceu com toda aquela vida que tinham. Eles vão se deprimindo e problemas começam a surgir no relacionamento. Frank não aguenta mais seu emprego a uma hora da cidade e April já não suporta mais sua vida de dona de casa no subúrbio. Mas o que pode mudar esse casal que precisa dar uma segunda chance para seus sonhos? Pequena Miss Sunshine A depressão pode estar presente de várias formas, em diversas relações familiares e de forma que nem imaginamos: isso é o que retrata ‘Pequena Miss Sunshine’, justamente o nome do concurso em que a pequena Olive vai disputar e acaba movimentando toda a família em uma longa viagem de Kombi pelos EUA. A chegada de Frank (Steve Carrel), irmão de Sheryl, que vai morar com essa grande família logo após tentar se matar, mexe ainda mais com as coisas, pois ele precisa ser monitorado para não ter uma recaída. Mas é justamente ele que traz a temática da depressão para o centro do filme, através de conversas com Olive, que começa a perceber como isso afeta sua família na convivência diária entre tensões e ações.
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O que fazer para controlar a Ansiedade? Com o estresse do dia a dia e a situação atual, é mais que natural procurar por o que fazer para controlar a ansiedade. Na verdade, os casos de crises cresceram muito nos últimos anos, em especial nos mais jovens. Ainda assim, é bom ressaltar que este é um distúrbio psicológico que pode atingir qualquer pessoa. Assim, dúvidas sobre como diminuí-lo ou controlá-lo são bastante comuns. A boa notícia é que há formas naturais e sem remédios de melhorar sua qualidade de vida. De simples exercícios a consultas com especialistas, diversas são as maneiras de diminuir seu nervosismo e evitar os pensamentos negativos. Assim, de forma alguma você pode se acomodar a essa situação. Busque ajuda, descubra o que funciona em seu caso e veja sua vida mudar completamente. A técnica da meditação é uma ótima escolha para quem quer amenizar os sintomas de ansiedade, é o que confirma o próprio SUS — Sistema Único de Saúde.. Aqui, não é preciso se tornar nenhum monge budista, nem se dedicar a horas e horas ao silêncio total. O foco dessa prática é apenas se centrar no positivo, buscando um maior domínio sobre seu pensamentos e, principalmente, como eles te atingem. Pratique exercícios físicosQuer saber o que fazer para controlar a ansiedade? Invista em exercícios físicos diariamente, já que eles te auxiliam em dois aspectos. Primeiramente, eles te distraem, fazendo com que você, obrigatoriamente, viva o presente, uma etapa importante para reverter esse quadro. Além disso, eles liberam hormônios que te ajudam nessa melhora, apresentando também um componente químico e mais palpável. Treine sua respiração Pode parecer simples e até bobo, mas a respiração é uma etapa vital da superação, em especial nos momentos de crise. Na prática, técnicas como essa podem ajudar muito, sendo indicadas para quem busca o que fazer para controlar a ansiedade. E não imagine que essas sejam atividades complexos ou monótonos, muito pelo contrário. Em geral, você pode exercitar a forma como respira em qualquer local e como quiser. No sofá, enquanto assiste ao seu programa favorito ou na cama, antes de dormir, é fácil praticar a respiração todos os dias. Além de melhorar todo seu organismo, ela é excelente para te trazer ao momento presente, focar em algo fora do medo e conter a afobação e o desespero. Revise sua rotina Embora muita gente não saiba, organizar sua rotina é uma excelente prática para lutar contra a ansiedade. A explicação disso é bastante simples, já que uma rotina bem planejada te deixa mais tranquilo. Com isso, não há muito com o que se preocupar, especialmente sobre o futuro. Se você já sabe tudo o que deve fazer, afinal, é fácil imaginar que tudo ocorrerá corretamente. Para utilizar bem essa dica, basta fazer um cronograma de seu dia, suas tarefas e compromissos. É possível realizar a atividade tanto no meio físico quanto no digital, cabendo a você investir no que mais lhe agradar. O mais legal é que, além de te ajudar com os pensamentos negativos, essa é uma ótima maneira de conseguir cumprir tudo o que precisa sem qualquer medo ou desespero. Controle seus pensamentosSem a menor dúvida, os grandes causadores da ansiedade são seus pensamentos, principalmente os negativos. Sabendo disso, não é complicado perceber que quanto mais dominá-los, menos sofrerá. Obviamente que é muito simples falar para dominar algo que você, a princípio, não tem o poder. A realidade, porém, é que sim, você tem esse poder. Não que seja fácil, mas ao praticar a meditação e o agradecimento mencionados acima, você pode passar a ver o lado positivo da vida. Com isso, estará a um passo de visualizar que ocorrem mais coisas boas do que ruins. Logo, na hora de procurar o que fazer para controlar a ansiedade, mantenha seu foco em sua própria mente. Com esse domínio, você poderá alterar muitos de seus instintos e ter uma qualidade de vida muito maior. Priorize seu sono Pode até ser que algumas das sugestões acima possam parecer complicadas para se colocar em prática. Por isso, uma que funciona perfeitamente e é muito boa de se fazer é priorizar seu sono. Para isso, basta relaxar, deitar-se na cama e dormir ao menos 8 horas por dia. Além de trazer ótimos benefícios ao corpo, o sono também auxilia muito sua mente. Este ponto está diretamente relacionado ao seu estresse, como você pode conferir em matéria do site do hospital Hcor, referência no país. Assim, ao acordar você terá disposição e bom humor, dois dos principais ingredientes para alcançar pensamentos positivos. Para comprovar a teoria, é só pensar: como você se sente quando dorme mal? Pois é, dedicar um período correto para seu sono pode te ajudar muito mais do que apenas descansar. Busque por especialistas Uma coisa que precisa ficar bem clara em sua mente é que você não precisa — e nem deve — passar por isso sozinho. Se não se sentir confortável ao se abrir com amigos e familiares, busque por especialistas no assunto. A terapia é uma ótima maneira de colocar esses sentimentos para fora e, ao mesmo tempo, se conhecer melhor. Para isso, basta procurar por um bom psicólogo que te auxilie nesse processo.