Psiquiatria Moderna e Infusão de Cetamina: Inovação no Tratamento da Saúde Mental

A evolução da psiquiatria reforça um novo olhar sobre a saúde mental: mais humano, mais preciso e mais eficaz. Combinando ciência, tecnologia e acolhimento, a psiquiatria moderna amplia as possibilidades terapêuticas e oferece esperança para quem busca qualidade de vida e bem-estar emocional.
Transtorno Opositivo Desafiador (TOD): sinais, causas e como ajudar

O Transtorno Opositivo Desafiador (TOD) é uma condição caracterizada por comportamentos persistentes de desobediência, desafio e irritabilidade em crianças e adolescentes. Embora atitudes de rebeldia e teimosia possam fazer parte do desenvolvimento infantil, o TOD se diferencia pela intensidade, frequência e impacto desses comportamentos no convívio social, familiar e escolar.
Estes sinais de autismo geralmente são notados apenas na fase adulta

A descoberta do autismo na vida adulta tem sido um tema cada vez mais discutido nas redes sociais.
Borderline: primeiros sinais e como identificar a condição

O transtorno de personalidade borderline (TPB) é uma condição mental grave, marcada por instabilidade nas relações interpessoais, distorções na autoimagem e no afeto, além de comportamentos impulsivos.
Escetamina adjuvante perioperatória para depressão pós-parto

Este estudo sugere que a escetamina adjuvante perioperatória durante a cesariana atenua os sintomas depressivos, embora o efeito seja transitório e a avaliação pré-operatória do estado mental dos pacientes deva ser uma preocupação.
Quando o TDAH entra no relacionamento: os desafios

Quando o TDAH entra no relacionamento: os desafios Relacionar-se com alguém que tem TDAH pode, às vezes, parecer um passeio em uma montanha-russa emocional. Vamos explorar algumas dessas curvas: Atenção que oscila Durante uma conversa importante, a pessoa com TDAH pode se desconectar, deixando o parceiro com a sensação de estar falando sozinho. Isso pode parecer descaso, mas muitas vezes é a mente sendo capturada por outro estímulo. O resultado? Frustração de ambos os lados. Esquecimentos inesperados Aniversários, compromissos ou até promessas feitas com carinho podem ser deixados para trás, não por desinteresse, mas por dificuldades em manter o foco e a organização. Para o parceiro, esses lapsos podem ser dolorosos se forem vistos como desatenção emocional. Desafios na organização O caos pode tomar conta de tarefas inacabadas ou espaços bagunçados. Enquanto um tenta equilibrar o ambiente, o outro pode se sentir sobrecarregado, assumindo responsabilidades extras que nem sempre são percebidas. A impulsividade como força e fraqueza Decisões ou reações tomadas no calor do momento podem gerar conflitos. Desde comentários abruptos até explosões emocionais, o parceiro pode sentir que está constantemente navegando por um campo minado. Além dos desafios: a beleza do entendimento Reconhecer o TDAH como uma parte da identidade do outro — e não como um obstáculo — é um ato de amor. Comunicação aberta, paciência e empatia podem transformar desafios em oportunidades de conexão profunda. Afinal, um relacionamento bem-sucedido não é a ausência de dificuldades, mas sim a habilidade de enfrentá-las juntos. Você está pronto para explorar todas as cores, intensidades e possibilidades de amar alguém com TDAH? O caminho não será sempre linear, mas será, sem dúvida, único e cheio de aprendizado mútuo. fonte: https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/pontos-tdah-relacionamentos/
Distimia: conheça os sinais desse transtorno mental que afeta milhões de brasileiros

Distimia: conheça os sinais desse transtorno mental que afeta milhões de brasileiros A distimia é muito estressante para as pessoas afetadas, principalmente porque dura pelo menos dois anos A distimia refere-se a um estado depressivo crônico, em que as pessoas com essa condição sofrem de um humor persistente, triste e deprimido e de perda de alegria e entusiasmo. A Universidade John Hopkins Medicine descreve o transtorno como “uma forma leve, mas duradoura de depressão”; também é conhecida como transtorno depressivo persistente. No entanto, ao contrário da depressão clássica, o curso dos sintomas da distimia não se limita a semanas ou meses; pelo contrário, é uma condição que dura anos se não for tratada. De acordo com a Abrata (Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos) entre 5 e 11 milhões de brasileiros vivem com esse transtorno. O principal sintoma da distimia é o mau humor, que muitas vezes pode ser considerado como uma característica da personalidade, tornando difícil o diagnóstico correto. Outros sintomas de distimia exaustão tristeza reclamações constantes sentimentos de inadequação insônia ou sono excessivo apetite baixo ou excessivo falta de energia fadiga baixa autoconfiança dificuldade de concentração dificuldade em tomar decisões desesperança Quais as causas da distimia? Uma explicação amplamente aceita para o desenvolvimento da distimia é o chamado modelo vulnerabilidade-estresse. Isso explica a gênese dos transtornos mentais através da combinação da vulnerabilidade de uma pessoa e dos eventos estressantes que ela vivencia. Com base no modelo vulnerabilidade-estresse, os fatores neurobiológicos-psicossociais são entendidos como causas da distimia. Uma disposição genética, traços de personalidade, aspectos físicos, e estresse psicossocial (por exemplo, eventos estressantes da vida) afetam o sistema neurotransmissor (sistema de substâncias mensageiras no cérebro) e podem levar aos sintomas depressivos da distimia. Tratamento para distimia Estudos demonstraram que o uso de antidepressivos é eficaz no tratamento da distimia, mas a combinação de medicamentos e de psicoterapia tende a apresentar melhores resultados. Vários métodos de psicoterapia podem ser usados para tratar a distimia. Em estudos, a psicoterapia cognitivo-comportamental e a psicoterapia interpessoal conseguiram levar a uma melhoria significativa das pessoas afetadas. Fonte: https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/distimia-conheca-os-sinais-desse-transtorno-mental-que-afeta-milhoes-de-brasileiros/
Síndrome de Burnout

Síndrome de Burnout Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional é um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade. A principal causa da doença é justamente o excesso de trabalho. Esta síndrome é comum em profissionais que atuam diariamente sob pressão e com responsabilidades constantes, como médicos, enfermeiros, professores, policiais, jornalistas, dentre outros. Traduzindo do inglês, “burn” quer dizer queima e “out” exterior. A Síndrome de Burnout também pode acontecer quando o profissional planeja ou é pautado para objetivos de trabalho muito difíceis, situações em que a pessoa possa achar, por algum motivo, não ter capacidades suficientes para os cumprir. Essa síndrome pode resultar em estado de depressão profunda e por isso é essencial procurar apoio profissional no surgimento dos primeiros sintomas. Sintomas A Síndrome de Burnout envolve nervosismo, sofrimentos psicológicos e problemas físicos, como dor de barriga, cansaço excessivo e tonturas. O estresse e a falta de vontade de sair da cama ou de casa, quando constantes, podem indicar o início da doença. Os principais sinais e sintomas que podem indicar a Síndrome de Burnout são: Cansaço excessivo, físico e mental; Dor de cabeça frequente; Alterações no apetite; Insônia; Dificuldades de concentração; Sentimentos de fracasso e insegurança; Negatividade constante; Sentimentos de derrota e desesperança; Sentimentos de incompetência; Alterações repentinas de humor; Isolamento; Fadiga. Pressão alta. Dores musculares. Problemas gastrointestinais. Alteração nos batimentos cardíacos. Normalmente esses sintomas surgem de forma leve, mas tendem a piorar com o passar dos dias. Por essa razão, muitas pessoas acham que pode ser algo passageiro. Para evitar problemas mais sérios e complicações da doença, é fundamental buscar apoio profissional assim que notar qualquer sinal. Pode ser algo passageiro, como pode ser o início da Síndrome de Burnout. Diagnóstico O diagnóstico da Síndrome de Burnout é feita por profissional especialista após análise clínica do paciente. O psiquiatra e o psicológo são os profissionais de saúde indicados para identificar o problema e orientar a melhor forma do tratamento, conforme cada caso. Muitas pessoas não buscam ajuda médica por não saberem ou não conseguirem identificar todos os sintomas e, por muitas vezes, acabam negligenciando a situação sem saber que algo mais sério pode estar acontecendo. Amigos próximos e familiares podem ser bons pilares no início, ajudando a pessoa a reconhecer sinais de que precisa de ajuda. No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) está apta a oferecer, de forma integral e gratuita, todo tratamento, desde o diagnóstico até o tratamento medicamentoso. Os Centros de Atenção Psicossocial, um dos serviços que compõe a RAPS, são os locais mais indicados. Tratamento O tratamento da Síndrome de Burnout é feito basicamente com psicoterapia, mas também pode envolver medicamentos (antidepressivos e/ou ansiolíticos). O tratamento normalmente surte efeito entre um e três meses, mas pode perdurar por mais tempo, conforme cada caso. Mudanças nas condições de trabalho e, principalmente, mudanças nos hábitos e estilos de vida. A atividade física regular e os exercícios de relaxamento devem ser rotineiros, para aliviar o estresse e controlar os sintomas da doença. Após diagnóstico médico, é fortemente recomendado que a pessoa tire férias e desenvolva atividades de lazer com pessoas próximas – amigos, familiares, cônjuges, etc. Sinais de piora: Os sinais de piora do Síndrome de Burnout surgem quando a pessoa não segue o tratamento adequado. Com isso, os sintomas se agravam e incluem perda total da motivação e distúrbios gastrointestinais. Nos casos mais graves, a pessoa pode desenvolver uma depressão, que muitas vezes pode ser indicativo de internação para avaliação detalhada e possíveis intervenções médicas. Prevenção A melhor forma de prevenir a Síndrome de Burnout são estratégicas que diminuam o estresse e a pressão no trabalho. Condutas saudáveis evitam o desenvolvimento da doença, assim como ajudam a tratar sinais e sintomas logo no início. As principais formas de prevenir a Síndrome de Burnout são: Defina pequenos objetivos na vida profissional e pessoal; Participe de atividades de lazer com amigos e familiares; Faça atividades que “fujam” à rotina diária, como passear, comer em restaurante ou ir ao cinema; Evite o contato com pessoas “negativas”, especialmente aquelas que reclamam do trabalho ou dos outros; Converse com alguém de confiança sobre o que se está sentindo; Faça atividades físicas regulares. Pode ser academia, caminhada, corrida, bicicleta, remo, natação etc; Evite consumo de bebidas alcoólicas, tabaco ou outras drogas, porque só vai piorar a confusão mental; Não se automedique nem tome remédios sem prescrição médica. Outra conduta muito recomendada para prevenir a Síndrome de Burnout é descansar adequadamente, com boa noite de sono (pelo menos 8h diárias). É fundamental manter o equilíbrio entre o trabalho, lazer, família, vida social e atividades físicas.
Transtorno de Personalidade Boderline

Transtorno de Personalidade Boderline O que é o Transtorno de Personalidade Boderline? O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é considerado um transtorno da personalidade, ou seja, a interação entre um temperamento vulnerável na infância, com instabilidade emocional, maior necessidade de afeto, apego, ansiedade de separação e impulsividade, com um ambiente no qual essas necessidades básicas não foram atendidas (abandono, negligência, falta de afeto, instabilidade emocional, financeira, familiar e agressividade). Como consequência dessa interação entre o temperamento e o ambiente, se desenvolve uma personalidade que se caracteriza por: 1) Instabilidade nos relacionamentos interpessoais, com alternância entre extremos de idealização e desvalorização, apego intenso nas relações interpessoais e íntimas. 2) Instabilidade afetiva, com oscilações do humor, crises de raiva ou episódios depressivos intercalados com momentos breves de melhora do humor. 3) Impulsividade acentuada, com dificuldade do auto-controle, atos intempestivos, exposição a riscos, abuso de substâncias. 4) Déficits na Identidade com prejuízos na auto-imagem, auto-estima, sensação crônica de vazio, falta de sentido e despersonalização. Devido as essas características, pessoas com o transtorno de personalidade borderline podem apresentar comportamentos destrutivos, impulsivos, descontrole da raiva, idéias paranóides, medo irracional de abandono, rejeição e críticas, e têm uma imagem negativa distorcida de si mesmas, dos outros e do mundo. Como é o tratamento para o TRANSTORNO DE PERSONALIDADE BODERLINE? O tratamento do TPB inclui, incialmente, medicações que regulam a instabilidade do humor, os sintomas de ansiedade, a irritabilidade e impulsividade. A psicoedução sobre o transtorno durante as sessões com o psiquiatra e/ou sessões específicas de terapias desenvolvidas exclusivamente para o transtorno, como a psicoterapia do esquema, a terapia dialética comportamental e a terapia da mentalização, complementam o tratamento clínico de maneira eficaz. Com apoio e tratamento adequados o transtorno de personalidade borderline apresenta uma melhora significativa, com possibilidade de cura após um tratamento bem sucedido.
Tratamento para Dependentes

Tratamento para Dependentes O tratamento para dependentes deve ser feito em uma clínica especializada no segmento para que o paciente tenha acesso a uma estrutura completa de atendimento. As clínicas atendem pacientes com dependência em drogas e álcool e que desejam se tratar de forma eficiente e segura, com o acompanhamento de profissionais especializados no assunto. O tratamento para dependentes deve ser individual e personalizado para cada paciente, para que os profissionais consigam identificar quais são os métodos que devem ser utilizados de forma adequada. Dessa forma, o paciente consegue ter uma melhora na qualidade de vida, saúde e bem-estar, realizando o tratamento adequado e específico para tratar o vício na dependência de drogas ou bebida alcoólica. Na Clínica Médica Assis, jovens, adultos e idosos encontram atendimento especializado para tratamento para dependentes e cada paciente é tratado com respeito, atenção, dedicação e carinho. Saiba mais sobre tratamento para dependentes Na Clínica Médica Assis você encontra a solução que busca ao se tratar de serviços na área da saúde mental para crianças, adolescentes, adultos e idosos. A clínica tem mais de 16 anos de experiência e oferece um serviço de qualidade diferenciada ao paciente psiquiátrico em regime ambulatorial. A Clínica Médica Assis atende em São Paulo e Mogi das Cruzes com profissionais especializados, que se atualizam constantemente e participam dos principais congressos psiquiátricos no Brasil e no exterior. Ficou interessado(a) em saber mais sobre os atendimentos e tratamentos da Clínica Médica Assis? Fale com a equipe especializada da empresa para esclarecer todas as suas dúvidas com os profissionais.