Afastamentos por saúde mental batem recorde e crescem mais de 400% desde a pandemia

O número de afastamentos do trabalho por transtornos mentais no Brasil cresceu mais de 400% desde a pandemia e atingiu 472.328 licenças em 2024.
Como a internet pode impactar a sua saúde mental

Já parou para pensar no efeito que seu feed tem sobre você? Esse estudo traz respostas concretas e reforça um alerta: a forma como navegamos pode nos aprisionar em um ciclo perigoso.
Redes Sociais e Saúde Mental: Como Evitar o Ciclo Destrutivo

Mais do que alguns aplicativos instalados no celular, as redes sociais fazem parte da nossa vida e, caso não sejam bem administradas, podem criar um ciclo destrutivo na saúde mental.
Cervejinha descontrai, mas pode ser gatilho para ansiedade e depressão

O álcool é uma das substâncias psicoativas mais consumidas no mundo, frequentemente associado à socialização e à descontração.
Quando o TDAH entra no relacionamento: os desafios

Quando o TDAH entra no relacionamento: os desafios Relacionar-se com alguém que tem TDAH pode, às vezes, parecer um passeio em uma montanha-russa emocional. Vamos explorar algumas dessas curvas: Atenção que oscila Durante uma conversa importante, a pessoa com TDAH pode se desconectar, deixando o parceiro com a sensação de estar falando sozinho. Isso pode parecer descaso, mas muitas vezes é a mente sendo capturada por outro estímulo. O resultado? Frustração de ambos os lados. Esquecimentos inesperados Aniversários, compromissos ou até promessas feitas com carinho podem ser deixados para trás, não por desinteresse, mas por dificuldades em manter o foco e a organização. Para o parceiro, esses lapsos podem ser dolorosos se forem vistos como desatenção emocional. Desafios na organização O caos pode tomar conta de tarefas inacabadas ou espaços bagunçados. Enquanto um tenta equilibrar o ambiente, o outro pode se sentir sobrecarregado, assumindo responsabilidades extras que nem sempre são percebidas. A impulsividade como força e fraqueza Decisões ou reações tomadas no calor do momento podem gerar conflitos. Desde comentários abruptos até explosões emocionais, o parceiro pode sentir que está constantemente navegando por um campo minado. Além dos desafios: a beleza do entendimento Reconhecer o TDAH como uma parte da identidade do outro — e não como um obstáculo — é um ato de amor. Comunicação aberta, paciência e empatia podem transformar desafios em oportunidades de conexão profunda. Afinal, um relacionamento bem-sucedido não é a ausência de dificuldades, mas sim a habilidade de enfrentá-las juntos. Você está pronto para explorar todas as cores, intensidades e possibilidades de amar alguém com TDAH? O caminho não será sempre linear, mas será, sem dúvida, único e cheio de aprendizado mútuo. fonte: https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/pontos-tdah-relacionamentos/
Janeiro Branco: como cuidar da saúde mental em cinco passos

Segundo o relatório do Global Mind Project, que divulga dados anuais sobre o bem-estar no planeta, a saúde mental permaneceu nos mesmos níveis da pandemia, sem mudanças nos índices de 2021 e 2022.
Bactéria presente em dois terços da população pode aumentar risco de Alzheimer

Um estudo da Universidade de Montreal, no Canadá, destacou que a infecção pela bactéria estomacal Helicobacter pylori (H. pylori) pode aumentar o risco de desenvolver Alzheimer.
Atendimentos e internações de crianças e adolescentes por ansiedade mais que quintuplicaram em SP

Os dados da Secretaria de Estado de Saúde mostram que o número de atendimentos relacionados à ansiedade em jovens no estado de São Paulo disparou 465% em oito anos
Desatenção, hiperatividade e impulsividade

Médicos destacam que apenas testes neuropsicológicos não podem determinar os diagnósticos de TDAH isoladamente.
Cérebro apodrecendo por redes sociais? Entenda o fenômeno “brain rot”

‘Cérebro podre’: entenda o que é ‘brain rot’, expressão do ano eleita pelo Dicionário Oxford A expressão do ano é “brain rot” (“cérebro podre” ou “podridão cerebral”, em inglês), definiu o Dicionário Oxford, nesta segunda-feira (2). Foram simplesmente 130.000 buscas por esse verbete ao longo de 2024. Termo criado para ilustrar o “vício em internet” está causando preocupação em pesquisadores e médicos, especialmente aqueles que tratam crianças e jovens que passam longas horas stalkeando as redes. Brainrot, termo que apareceu na internet em 2007 para ilustrar os efeitos do uso prolongado dos meios interativos, está causando preocupação em pesquisadores e médicos, especialmente aaqueles que tratam crianças e jovens que passam longas horas stalkeando as redes sociais. A preocupação ocorre porque muitos dos “hard users” das redes sociais se simpatizam com o termo, que pode ser traduzido como “cérebro podre”. Em longa reportagem, o jornal estadunidense The New York Times revela que muitas pessoas demonstram orgulho de sua “podridão” mental, causada pela exposição contínua a conteúdos fúteis nas redes. Segundo o jornal, o debate online sobre a podridão cerebral tornou-se tão difundido que alguns utilizadores das redes sociais começaram a criar paródias de pessoas que parecem encarnar a “doença”, que foi traduzida no Tik Tok com frases como “ela tem energia de golden retriever”, uma gíria que descreve alguém que dá a impressão de ser legal, boba ou inofensiva. Vício na internet No entanto, o aumento da popularidade do “brainrot”, o cérebro podre, está ligado ao crescente reconhecimento de uma doença que os investigadores do Hospital Infantil de Boston apelidaram de “uso problemático de meios interativos”. Michael Rich, pediatra que fundou o Laboratório de Bem-Estar Digital do hospital, disse que seus pacientes se referem à “podridão cerebral” como “uma forma de descrever o que acontece quando você passa muito tempo na Internet e transfere sua consciência para a Internet”. Segundo ele, muitos de seus pacientes parecem considerar a podridão cerebral uma medalha de honra. Alguns até competem por mais tempo de tela, assim como competem por pontuações mais altas em videogames. O Newport Institute, um centro de tratamento de saúde mental para jovens adultos, começou recentemente a recrutar pessoas que sofrem de podridão cerebral. No seu site, o instituto incentiva os pais cujos filhos sofrem de “vício digital” a considerarem planos de tratamento. Para Rich e especialistas do Laboratório de Bem-Estar Digital do Hospital Infantil de Boston, a podridão cerebral não é tanto um vício em Internet, mas um mecanismo de enfrentamento para pessoas que podem ter outros distúrbios subjacentes que os levam a ficar entorpecidos com a navegação estúpida nas redes sociais ou com uma navegação excessivamente longa. “A Internet e os jogos são usados, por exemplo, por crianças com TDAH que passam o dia na escola sentindo que não conseguem acompanhar, que não conseguem acompanhar o que está acontecendo, não só na sala de aula, mas no playground”, diz Rich. “Demonizar o telefone e as redes sociais simplesmente não é realista hoje em dia”, disse Leena Mathai, estudante do ensino médio em Basking Ridge, Nova Jersey, que também é conselheira estudantil do Laboratório de Bem-Estar Digital. “Dizer às crianças: ‘Oh, você está melhor sem seu telefone’, ou tentar fazê-las se sentirem mal por quererem usar o celular não é a melhor maneira de abordar a situação, porque isso só faz as pessoas quererem fazer mais”. “Usamos nossos telefones para nos anestesiar”, acrescentou. “Eu sei que é muito errado e as pessoas sempre ficam surpresas com esse comentário, mas é verdade.” fonte:https://www.infomoney.com.br/saude/cerebro-apodrecido-e-a-palavra-do-ano-segundo-oxford-mas-ela-quer-dizer/